Jogo vídeo game o dia inteiro se puder, isso é normal?

Tudo tem dois lados, inclusive o uso da tecnologia. A obsessão por videogame, por exemplo, é classificada como distúrbio mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Por outro lado, pesquisas apontam alguns benefícios gerados pelos jogos: estímulo ao raciocínio rápido e lógico; aumento da tolerância graças aos erros e derrotas; melhora na coordenação motora e aumento de concentração, além da interação com amigos e familiares durante a disputa.

Então, é bom ou é ruim? Depende do grau de prioridade dado ao jogo e o quanto atrapalha tarefas básicas, como alimentação, estudos, trabalho e vida social. Alguns sinais são um alerta, como a perda de controle da intensidade, frequência e duração do jogo e muito sofrimento na hora de interrompê-lo. O isolamento, sem dar importância às consequências também pode ser um sinal de distúrbio. Mas, tudo isso só pode ser diagnosticado com precisão por médicos e psicólogos.

Além de causas biológicas, psicológicas e sociais que levam alguém a ficar horas a fio no videogame, o ambiente virtual é irresistível. Mas dá para equilibrar: defina um limite de tempo para jogar e programe um alarme no celular para lembrá-lo; marque compromissos com os amigos, como futebol, pedal, cinema, shopping e o que mais quiser; troque o videogame, por jogos de tabuleiro, como, o banco imobiliário, caça-palavras, xadrez; leia um livro; exercite-se. A vida tem muitas possibilidades, não perca tempo apenas com uma delas.

Editorial, Hot News

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